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Condição da rede elétrica pode interferir em oferta de Internet

O bom funcionamento da banda larga pela rede elétrica no Brasil dependerá da integridade da estrutura elétrica da residência do usuário, segundo o presidente da Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrappit), Ricardo Sanchez, nesta terça-feira (7/7).

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> Testes da banda larga pela rede elétrica

A internet pela rede elétrica é viável por meio da tecnologia Power Line Communications (PLC). Até o fim deste mês, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve aprovar a resolução que permite a oferta. Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o regulamento da PLC.

“Se você sabe que seu reator não está funcionando bem, sua conexão pode ter ruído”, aponta o executivo. Esta possibilidade remete a problemas com os quais a maioria das pessoas estão acostumadas – como ligar o liquidificador e a imagem da TV perder a nitidez.

Estes ‘ruídos’ prejudicam a passagem de dados nas conexões, cuja velocidade média fica entre 50 Megabits por segundo (Mbps) e 100 Mbps. “Depende das condições de instalação. Os chips usados para isso trabalham com até 200 Mbps”, diz Sanchez. Em testes da AES Telecom, da Eletropaulo, contudo, a velocidade máxima foi de 10 Mbps. “De modo geral, serão avaliadas as condições da estrutura antes de quaisquer providências”, aponta Sanchez.

A novidade oferecerá muitas oportunidades, principalmente a pequenos provedores por meio de “serviços de valor adicionado, como servidores e antivírus”, acrescenta o presidente da Abrappit.

Para viabilizar a ‘web pela tomada’, é preciso plugar modems que levam o sinal da rede elétrica para o computador do usuário. Por enquanto, já foram homologados modelos PLC das fabricantes Panasonic, Sony, HyperTrace e Motorola.

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