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Comprar iPhone 11 no Brasil pode custar 1.000 horas de trabalho

Na última terça-feira (10), a Apple apresentou os novos iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max. Além dos celulares, um novo iPad e a nova geração do Apple Watch foram anunciados.

Os smartphones são bons, e a Apple evoluiu consideravelmente sua divisão de hardware. Tanto que, como levantado no evento, o chip A12 Bionic deverá competir com smartphones Android por mais dois anos. O novo chip é o A13 Bionic.

As vendas dos produtos começarão em 20 de setembro nos Estados Unidos, mas eles também chegarão ao Brasil ainda em 2019.

E, como sempre, há uma alta possibilidade de, mais uma vez, termos o iPhone mais caro do mundo. O pessoal do Cuponation até levantou quantas horas o brasileiro precisará trabalhar para comprar o novo iPhone.

Custo “iPhone no Brasil”

A conversão do Cuponation foi baseada no dólar a R$ 4,06 (11/09/2019), sem acréscimo de taxas, impostos e IOF. Também é considerada a renda mensal mínima do brasileiro, que é de R$ 988 com carga horária de trabalho de 8 horas por dia.

Assim, quem quiser comprar o iPhone 11 de 256 GB, que custa US$ 849, precisará trabalhar por 560 horas e 27 minutos. Na conversão direta, o celular custaria cerca de R$ 3.454,45.

Já o mais caro iPhone 11 Pro, com 512 GB e custo de US$ 1.349, uma pessoa trabalharia, em média, 889 horas e 60 minutos para comprá-lo. Na conversão direta, seu preço seria de (cerca de) R$ 5.488,87.

Considerando o iPhone 11 Pro Max, também com 512 GB (US$ 1.449), o tempo trabalhado pelo brasileiro para levá-lo para casa seria de 955 horas e 55 minutos. O valor deste, na conversão direta, seria de aproximadamente R$ 5.895,76.

Vale lembrar que Apple foi a primeira a lançar um smartphone de R$ 10 mil aqui no Brasil, o XS Max com 512 GB.

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