Cibersegurança

10 erros de monitoramento comuns em ambientes de TI

Um dos pilares para uma defesa cibernética corporativa efetiva é o monitoramento. Sua inexistência ou inoperância podem tornar as empresas vulneráveis a ataques, acarretando prejuízos que podem chegar a um custo médio de R$ 6,5 milhões, segundo relatório da IBM divulgado em 2024.

Um mapeamento feito pela Edge UOL identificou dez erros comuns no monitoramento de ambientes de tecnologia da informação. O estudo se baseou na experiência da empresa com clientes de diversos portes e segmentos, e considerou falhas recorrentes que vão de questões técnicas até a capacitação dos profissionais.

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“Hoje, não basta apenas monitorar. É preciso observar, correlacionar e agir com inteligência”, diz em comunicado Rodrigo Rangel Lobo, COO da Edge UOL. “A observabilidade entra como peça-chave para detectar anomalias, prever falhas e antecipar riscos – tudo isso com foco na jornada do usuário e no impacto ao negócio.”

Para o especialista, muitas empresas não consideram a experiência do cliente nas operações de TI, o que é um erro, visto que o usuário final é o termômetro mais realista de que algo está funcionando (ou não).

Usuário final no centro

“Um ambiente pode estar ‘verde’ em todas as métricas técnicas, mas, ainda assim, gerar frustração para o cliente”, diz Leonardo Schumacher, head de business development da Edge UOL. Integrar ferramentas é igualmente fundamental para evitar defasagens no ambiente de monitoração.

“De início, fazer essa integração pode ser complexo, em termos de configuração e governança, porém os resultados a longo prazo são muito positivos, como ganho de produtividade, melhor aproveitamento de dados, consistência nas ações e facilidade em treinar o time”, defende Schumacher.

Confira a seguir a lista dos 10 erros na monitoração mais comuns em ambientes de TI:

  1. Uso excessivo de métricas sem priorização;
  2. Falta de integração entre ferramentas;
  3. Alertas mal configurados;
  4. Foco apenas em monitoração sem o contexto de observabilidade;
  5. Ignorar monitoramento proativo e preditivo;
  6. Desconsiderar a experiência do usuário final;
  7. Baixa capacidade de automação;
  8. Monitoração segmentada e limitada a silos;
  9. Falta de revisão contínua de ambientes, tecnologias e processos;
  10. Complexidade na capacitação do time em ferramentas e processos.

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