Depois de debutar no mercado norte-americano há algumas semanas, o Google prepara-se para lançar seus Chromebooks em outros países. A previsão é que os dispositivos cheguem às empresas nacionais entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012. ?O modelo de negócios será similar ao adotado nos Estados Unidos?, revela Michael Lock, vice-presidente de vendas e operações da companhia para o segmento corporativo na região Américas, apontando para um produto comercializado quase como um ?hardware as a service? e configurado para uma boa experiência baseada em web.
Revendas ocupam posição no centro da estratégia da fornecedora para o mundo empresarial. Elas serão responsávei por abastecer empresas com máquinas adquiridas através de uma assinatura mensal a uma faixa de cerca de 30 dólares. ?Creio que esse é um preço bastante viável para as organizações brasileiras?, julga o executivo, estabelecendo um comparativo com os investimentos de uma companhia dentro do modelo tradicional, que leva em conta o custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês).
?Temos cerca de 25 canais no Brasil e pretendemos expandir esse número?, estabelece Antonio Schuch, diretor do Google para o mercado corporativo na América Latina, que salienta: ?Queremos ter certeza que temos boas revendas, com o perfil certo e compreendendo a proposta de valor dos usuários. A maneira que pretendemos ampliar a base é de forma bastante balanceada?, diz o executivo. Sem revelar nomes, ele diz que algumas companhias nacionais já testam a tecnologia.
O alvo do Chromebook são companhias com operação altamente descentralizadas e que precisem crescer rapidamente o número de máquinas com flexibilidade. O vice-presidente afirma que ainda é prematuro dar uma orientação verticalizada para a oferta, mas acredita na aderência dos produto junto a indústrias como varejo, hospitalidade, serviços, educação e governo.
Os aparelhos, fabricados por Acer e Samsung, são uma espécie de netbooks configurados para proporcionar uma experiência basicamente suportada pela web. ?Tentamos prover uma plataforma para aplicações de produtividade na nuvem, que usadas, começa a usar dispositivos centrados em browser?, pontua Lock, dizendo que os Chromebooks vem com a missão de criar um acesso portátil, poderoso e simples à rede mundial.
Obviamente, o sucesso das plataformas centradas em web é o acesso a internet. Sem isso, os dispositivos torna-se inúteis. Aliás, esse foi um ponto bastante criticado por analistas na época do anúncio da solução. Para preencher essa lacuna, a fabricante desenha formas de fazer com que as aplicações rodem enquanto os aparelhos ficam desconectados a rede. Segundo o executivo, em breve, serão lançadas ferramentas capazes de funcionar também de forma offline.
Apesar da consolidação da computação em nuvem como um dos pilares da transformação digital, uma…
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…
Desde o início do ano, a redação acompanha como a Copa do Mundo 2026 extrapola…
A NiCE anunciou a criação do NiCE Labs, um laboratório voltado ao desenvolvimento e à…
A maioria dos programas de transformação corporativa não entrega o que promete. Essa é a…