De acordo com nova pesquisa da Avast, empresa global em produtos de segurança digital, 86,6% dos brasileiros temem que seus dispositivos sejam infectados por um malware de mineração de criptomoedas. Apenas 13,38% dos consumidores no Brasil não se preocupam que o malware afete seus dispositivos residenciais pessoais e inteligentes. Nesse grupo, quase a metade dos entrevistados (46,3%) acredita erroneamente que o malware de mineração não pode afetá-los, já que não possuem ou detêm criptomoedas.
A pesquisa foi realizada para entender melhor as percepções do público e o conhecimento sobre a mineração de criptomoedas – um processo malicioso que secretamente minera moedas digitais, por meio de um malware implantado no dispositivo do usuário. Três em cada cinco brasileiros (60,44%) disseram ter ouvido falar sobre o malware ou sites infectados com a mineração de criptomoedas.
As descobertas revelam que o conhecimento da ameaça é baixo e sugerem que os consumidores no Brasil adotam uma atitude apática com relação à mineração maliciosa de criptomoedas. Apesar disso, 84,36% dos entrevistados admitiram que estão familiarizados com as moedas digitais.
Nos últimos 12 meses, o malware de mineração de moedas digitais evoluiu de forma sofisticada e abrangente. O que antes era apenas uma ameaça cibernética direcionada aos PCs, rapidamente se tornou um grande risco para os smartphones e para o complexo ecossistema de dispositivos de IoT (Internet das Coisas).
Para ser eficaz e lucrativa, a mineração de criptomoedas requer o poder do computador em escala. Considerando que os custos envolvidos na mineração são altos e o poder da CPU dos PCs e smartphones é baixo, os cibercriminosos tentam seqüestrar dispositivos conectados às redes conhecidas como botnet, para maximizar o lucro. Para as vítimas, isso pode gerar elevadas despesas com energia, perda de produtividade, baixo desempenho e menor vida útil do dispositivo. Uma máquina comprometida também pode aumentar o risco de roubo de dados pessoais.
O levantamento identificou que houve alguns casos em que os sites ofereceram aos visitantes a escolha entre exibir anúncios ou minerar criptomoedas em segundo plano. Dentre os usuários no Brasil, 44,4% disseram que optariam pela mineração de moedas digitais, para ter uma experiência on-line sem anúncios.
A maioria dos programas de transformação corporativa não entrega o que promete. Essa é a…
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar na quarta-feira (10) os recursos apresentados pelo Facebook e…
A realização da Copa do Mundo FIFA de 2026 pode representar um dos maiores testes…
O Google e a gestora de venture capital Monashees anunciaram nesta semana, durante o evento…
O Web Summit Rio 2026, realizado entre os dias 8 e 11 de junho no…
A Skyone anunciou na noite de quarta-feira, 10 de junho, o lançamento da Vertical AI,…