Bots fazem Talktelecom crescer 30% em 2018

A Talktelecom, empresa de IA e soluções de telecomunicações, anuncia o crescimento de quase 30% em 2018. A expansão da receita foi em função do novo produto TalkBots, assistente virtual (robô) que tem chatbot e voicebot, lançado no primeiro trimestre do ano passado, e que já conquistou clientes nos mercados de telecomunicações, e-commerce, varejo, saúde, cobrança e recuperação de crédito.

“A inteligência artificial (IA) e o machine learning (ML) tornaram os robôs mais humanizados, respeitando até mesmo sotaques regionais, melhorando exponencialmente a experiência do consumidor com a empresa e a marca. Além disso, a automação do atendimento reduz em até 90% dos custos operacionais do atendimento humano. Os Bots são precisos e assertivos e interagem por meio de roteiros e diálogos cognitivos, gerando um atendimento fim a fim”, esclarece Alexandre Dias, CEO da Talktelecom.

Em 2018 a empresa também abriu um “innovation center”, no Plug And Play Tech Center, localizado no Vale do Silício, Califórnia, EUA, para intercâmbio de tecnologias de atendimento a clientes por voz e texto e automação de processos, como envio e recebimento de documentos, SMS e e-mails. “Com nossa startup no Silicon Valley conseguiremos desenvolver mais rapidamente, versões do TalkBots verticalizadas para os mercados de e-commerce, governo e saúde”, complementa Dias.

Nos planos da Talktelecom para 2019 estão aprimorar ainda mais o TalkBots com inteligência cognitiva, acelerando o ML e aperfeiçoando a conversação e a qualidade das respostas com a do entendimento do contexto do diálogo. E continuar a expansão internacional. Em 2018 a companhia abriu escritório na Colômbia e, neste ano, abrirá escritório no México. E como meta de crescimento a empresa objetiva aumentar em mais de 35% o faturamento. “Nossa experiência mostra que grandes e médias empresas estão realmente buscando digitalizar o atendimento aos clientes, com os objetivos de maximizar a experiência e a satisfação de seus clientes, como também, diminuir os custos operacionais do atendimento humano”, finaliza Dias.

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