Toda essa movimentação é fruto de uma constatação dos bancos, onde os clientes virtuais – particularmente aqueles que usam a internet para pagar suas contas – demonstraram um potencial melhor do que a média dos correntistas. Pesquisa interna do Bank of America descobriu que os usuários online têm saldos 35% maiores e solicitam serviços ao cliente 30% a menos do que os tradicionais.
A American Bankers Association (Associação de Banqueiros Americanos) estima que 22 milhões de famílias americanas estão cadastradas nos serviços de consulta de contas online, número este que deverá atingir 35 milhões de lares em 2005. O modo pelo qual os bancos definem quem é ou não um cliente online ainda é discutível. Muitos simplesmente calculam sobre o volume de registros feitos. Outros fazem estimativas em cima da freqüência com que os usuários virtuais se conectaram ou a partir de dados coletados em suas contas.
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