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Aumentam ataques de phishing com nomes de varejistas, e-commerce e bancos

Cada vez mais criminosos tentam roubar informações virtuais confidenciais, como dados de contas bancárias, através de sites falsos que “imitam” sites de bancos. Esse é o famoso phishing (termo em inglês que quer dizer pesca), técnica utilizada por fraudadores para imitar sites de confiança dos usuários com objetivo de “pescar” dados, por exemplo, durante uma transação dentro de uma página na web que tenta se passar por um site de banco.
De acordo com levantamento Ameaças virtuais financeiras 2013” conduzido pela Kaspersky Lab, 31,45% dos ataques de phishing praticados no ano passado utilizaram nomes de grandes bancos, lojas online e sistemas de pagamento eletrônico para roubo de dados financeiros. Esse número representa um crescimento de 8,5% sobre o ano anterior.  Na América Latina, responsável por 3,56% dos ataques de phishing em todo o mundo, 36% deles foram destinados ao roubo de dados financeiros.
Enquanto os sites softwares maliciosos são criados para invadir sistemas operacionais específicos, os ataques de phishing representam uma ameaça a todos os dispositivos que têm acesso à web – daí o crescimento de sua utilização por criminosos para aplicar golpes financeiros.
Principais alvos
Segundo a Kaspersky Lab, os principais alvos de 2013 foram os bancos, usados em 70,6% de todos os phishings de caráter financeiro – o que representa um aumento significativo sobre 2012 (52%). No geral, os sites falsos de bancos estiveram envolvidos em duas vezes mais ataques de phishing (22,2%) em 2013.
Vale destacar que as marcas das instituições que contam com amplas bases de clientes são as mais exploradas: cerca de 60% dos ataques de phishing a bancos utilizaram os nomes de apenas 25 organizações.
O mesmo acontece com os sistemas de pagamento eletrônico – 88,3% dos ataques dessa categoria envolveram uma das quatro marcas internacionais: PayPal, American Express, Master Card e Visa.
Já na categoria de lojas online, a preferida é a Amazon.com por vários anos seguidos, de acordo com relatórios da Kaspersky Lab. No ano passado, o nome da varejista foi usado em 61% dos ataques de phishing relacionados com o comércio online. Em seguida aparecem Apple e eBay, com grande margem de diferença.
 
 

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