No entanto, os 823 novos vírus e worms que apareceram entre julho e setembro significam um crescimento de 26%, comparado com os três meses anteriores. “O intervalo de tempo entre a descoberta de uma vulnerabilidade e sua exploração também continua caindo, deixando para as companhias com poucas chances de prevenão de ataques”, diz Chris Rouland, vice-presidente da ISS.
A conclusão vai de acordo com outras pesquisas realizadas pelas demais firmas de segurança. A Symantec aponta ainda para a evidência de que o tempo entre o lançamento de um código de exploração para as falhas vem diminuindo, como foi o caso dos vírus MSBlast, MSBlast.D e Sobig.F, todos disseminados em agosto.
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