Quem ficou no topo foi o Mydoom.A, o qual gerou uma epidemia em janeiro. Por seus danos causados, ele ficou com 14% enquanto em segundo lugar aparece o cavalo de tróia Downloader.L – em circulação há vários meses -, com 5,99% das contaminações.
Na terceira posição figura o Netsky.B (5,98%), dados que demonstram sua grande capacidade de propagação, já que foi detectado no início do mês. Em quarto vem o Nachi.B (4,53%), desenhado para eliminar o Mydoom dos equipamentos infectados, porém, ao mesmo tempo, ele se aproveita de uma vulnerabilidade do Windows para se propagar rapidamente.
A partir do quinto lugar estão, respectivamente: Parite.B (3,52%), os veteranos Bugbear.B (3,93%), o Klez.I (2,65%), Blaster.E (2,07%), Sober.C (1,96%) e Blaster (1,94%).
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…