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ASUS M6Ne – Um notebook surpreendente

Introdução

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Quando alguém menciona o nome ASUS para um conhecedor de informática, imediatamente têm sua imagem associada à fabricação de placas mãe. Com um pouco de esforço vão se lembrar das placas de vídeo equipadas com chipsets nVidia e ATI, mas nada muito além disso.

) com interface Wi-Fi, ou seja, um HD remoto que você deixa em um canto da sua sala e o acessa por rede sem fio.

Há também placas para servidores e workstations, como uma, aliás a única desse tipo no mercado, para Dual Xeon com chipset S875 (versão Server do i875), que é originalmente desenhado para Pentium 4 mono processado. Ficamos sabendo de uma fonte muito confiável que a ASUS fabrica alguns notebooks Powerbook da Apple e da Sony (linha VAIO), além do popular iPod, também da Apple. Não é de se estranhar o belo design dos notebooks ASUS.

Esse lado OEM da ASUS é pouco conhecido, mas muito importante. Em algumas pesquisas encontrei um notebook na Austrália, de nome Samsung P35, que é a coqueluche por lá, adorado por todos. É exatamente o mesmo ASUS M6 objeto dessa matéria, com uma única diferença, um sensor biométrico do lado direito do teclado, para gerenciamento de senhas.

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Hoje já se vende nos EUA mais notebooks do que desktops, como são conhecidos os micros de mesa, nossos populares PCs. Na Europa e Ásia a venda de notebooks deve ultrapassar a de desktops no próximo ano, mas nos paises africanos e latino americanos a venda ainda é muito pequena. Estima-se que do total de computadores vendidos no Brasil apenas 5% são notebooks.

A falta de informação técnica de boa qualidade sobre notebooks no Brasil contribui para a baixa oferta de modelos e para a venda, em massa, de produtos oriundos do contrabando. Pouca gente sabe, mas o refurbishedde notebooks é muito comum, em qualquer marca e qualquer modelo, e os paises latino americanos são os maiores receptores desse tipo de produto. Só o esclarecimento ao consumidor fará com que essa prática, que já foi comum em placas mãe, discos rígidos e outros componentes, seja reduzida. Nada contra os refurbished, pois existem até nos EUA, mas lá eles são vendidos como tal, com grandes descontos. Aqui, ele é camuflado como um produto novo, de primeira linha.

Ainda se vende no Brasil notebooks como “caixas pretas”, equipamentos completos que não podem ser desmembrados pelos usuários. O brasileiro tem essa característica inata de customizar tudo, muitos defendem com unhas e dentes que o PC montado pelo usuário, escolhendo as melhores peças, é melhor do que aquele que um grande fabricante oferece. Isso é verdade em alguns casos, mas não dá pra generalizar.

Na Europa é comum a montagem de notebooks,prática essa que está se tornando comum também nos EUA e deve se popularizar no Brasil. A idéia é comprar um bareboneque é basicamente um notebook sem processador, HD, memória e CD ROM, e montar os componentes a escolha do usuário. Assim ele pode optar por um barato Celeron M ou um Pentium M topo de linha, além de ter a liberdade de escolher a configuração de memória e a capacidade do HD. O dispositivo de CD pode ser escolhido entre modelos simples até sofisticados gravadores DVD Dual Layer (como é o caso do ASUS M6). Há quem opte até por usar um segundo HD nesse espaço e utilizar um gravador CD/RW externo (USB). Enfim, os barebones oferecem flexibilidade na configuração e a possibilidade de upgrades futuros, permitindo uma solução compatível com seu bolso.

A

NotebookOne , no Rio de Janeiro, é representante autorizada da ASUS no segmento de notebooks, e está com a linha completa disponível além de modelos Sony, Toshiba e HP, mas sinceramente, com a exceção de alguns modelos VAIO da Sony, os notebooks ASUS dão um verdadeiro banho nesses outros produtos.

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