Novos tipos de malwares móveis estão nas manchetes todos os dias, mas quais são as ameaças mais comuns lá fora? A equipe da Nominum decidiu descobrir por meio da análise dos dados do Sistema de Nome de Domínio (DNS) de aproximadamente meio milhão de usuários de vários países.
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A maioria dos malwares usa o DNS para se comunicar e nossos processos de tecnologia de cerca de 30% do tráfego através do DNS, ao redor do mundo, foram capazes de identificar as cinco principais ameaças móveis.
Nós definimos como a maior ameaça os que causam um nível básico de risco para o usuário final – por exemplo, o malware que rouba a identidade de uma pessoa e/ou dinheiro. O que se segue é um resumo do cenário de malwares móveis atual e uma breve descrição de cada ameaça.
Mas quanto ruim é realmente?
A ameaça móvel é real, com um número significativo de infecções existentes que são capazes de roubar a identidade de usuários de telefones móveis. E este número está crescendo a cada dia. Nossa pesquisa mostra que o Android continua a ser o principal alvo dos malwares.
Apesar de Androids estarem no topo da lista de alvos de malwares móveis, ainda há grandes diferenças regionais na prevalência de ameaças. Por exemplo, “Notcompatible” tem uma taxa de infecção muito maior na América Latina, enquanto “SMSPACEM” e “Netisend” são muito mais prevalentes nas regiões da Ásia-Pacífico.
Estas diferenças regionais podem ser explicadas pelas redes de usuários finais pessoais. Como um resfriado ou vírus no mundo real, uma vez que alguém em uma comunidade é infectado com um malware móvel, eles são mais propensos a se espalhar para outros em determinada comunidade – em vez de um espirro, é através de SMS. Como a área de malwares móveis não é madura o suficiente como a fixa, pode demorar mais tempo para queameaças móveis ?saltem” redes, o que irá mudar em breve.
Desenvolvedores de malwares móveis estão alavancando muitas das mesmas técnicas de engenharia social (por exemplo, espalhando-se por meio de listas de usuários finais de contato) e capacidades técnicas (por exemplo, rootkits) para espalhar e fazer o dinheiro. Como a proliferação de smartphones continua e com o amadurecimento do mercado de publicidade móvel, a possibilidade de lucro mais elevados irá incentivar os criadores de malwares a desenvolver ameaças mais sofisticadas.
Aqui estão as principais ameaças que estamos enfrentando:
* Craig Sprosts é gerente de soluções de banda larga fixa e supervisor de marketing de produtos mundial da Nominum. É bacharelado pela Universidade Estadual de Nova York e possui MBA pela Sloan School of Management.
**As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicadas refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da IT Mídia ou quaisquer outros envolvidos nesta publicação
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