Quando isso acontece, o Pimaf procura um arquivo de nome grosseiro na pasta C:Windows. Caso ele não exista, uma caixa de mensagem aparece na tela do usuário. Em seguida, o worm tenta se replicar para os endereços registrados na pasta de Ítens Enviados do Outlook Express.
O Pimaf é considerado um e-mail worm, escrito em Microsoft Visual C++ e é compactado em uma biblioteca de funções SMTP para se propagar. Como poucos registros de infecção foram reportados, a McAfee classificou o worm como de baixo risco.
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