Mas a companhia ainda acredita nas chances do padrão europeu. Caso a Anatel escolha a faixa 1.8 GHz, que utiliza a tecnologia GSM, a Siemens vai fornecer todos os produtos e serviços de infra-estrutura que já oferece para diversos países da Europa e Ásia.
“Se na licitação participarem as operadoras que já estão no Brasil, elas vão preferir utilizar tecnologia CDMA e TDMA porque já existe toda essa infra-estrutura no país. Em compensação, vai diminuir a concorrência, porque são as mesmas empresas que já trabalham com a banda A e B que vão estar na disputa pelo mercado”, defende Mário Baumgarten, gerente geral de marketing estratégico da Siemens.
Segundo pesquisas da empresa, se a faixa escolhida for 1.8 GHz o Brasil terá 50 milhões de assinantes em 2005, sendo 12 milhões somente da banda C. Se a freqüência for 1.9 GHz, o país terá 40 milhões de assinantes em 2005 e somente seis milhões na banda C.
“Supondo que a faixa escolhida seja 1.9 GHz e sendo otimista, desses seis milhões de celulares, um terço vai utilizar GSM. Nenhuma empresa de GSM vai querer montar uma fábrica no país para um mercado tão pequeno. E mais, nenhuma operadora vai querer comprar produtos importados e vai preferir utilizar as tecnologias CDMA e TDMA que já são produzidas no país”, completa Mário.
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…
Desde o início do ano, a redação acompanha como a Copa do Mundo 2026 extrapola…
A NiCE anunciou a criação do NiCE Labs, um laboratório voltado ao desenvolvimento e à…
A maioria dos programas de transformação corporativa não entrega o que promete. Essa é a…
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar na quarta-feira (10) os recursos apresentados pela…