A analista toma como base o fato de o problema dos spams transcender “fronteiras internacionais, poderes governamentais e a riqueza das corporações”. A habilidade dos spammers comerciais em não serem detectados, por meio de servidores não-confiáveis da Ásia e de outros lugares, diz a executiva, mostra o quão persuasivos são esses e-mails e como é difícil freá-los.
Das tecnologias anti-spam existentes no mercado hoje, uma das melhores é a produzida pela Brightmail – que se assemelha à tecnologia utilizada em laboratórios de antivírus. Entre os recursos dessa tecnologia, diz ela, estão sensores na internet para vigiar ataques de spam, determinando quando o mesmo está chegando e de onde ele vem e quais as ações de defesa e a serem tomadas.
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