A Fhinck fechou um projeto com a Accenture. A consultoria adotará a solução de backoffice da startup brasileira para aumentar a eficiência e produtividade em suas operações administrativas.
O acordo de um ano prevê a implementação do sistema P2O (Push to Optimization), ferramenta que combina algoritmos de inteligência artificial para melhorar processos de retaguarda.
“Esse contrato tem grande potencial em vários sentidos e nos chancela para outras parcerias com grandes empresas do mercado”, comemorou Paulo Castello, CEO da provedora.
De olho nas grandes
A Fhinck tem como alvo grandes empresas, um segmento tradicionalmente resistente à compra de tecnologia oferecidas de startups. “Levamos alguns meses para entender que não podíamos bater na porta de qualquer empresa”, reconhece Castello.
Para adequar-se a rotina de compra do mercado endereçável, a empresa passou a se aproximar de alguns nomes mais afeitos a validarem tecnologias de jovens empresas.
Com a abordagem, conquistou cinco clientes. A meta é fechar o ano atendendo dez empresas, num total de 1 mil licenças vendidas e um faturamento na casa dos R$ 3,5 milhões.
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