Montando a base do “home theater”
Se tem um negócio que enfeia o ambiente é um gabinete de computador de grande porte postado como um monstrengo ao lado de uma elegante televisão de tela plana e alta definição. Daí a importância de se escolher bem o gabinete da nossa HDC-I. Mas tudo é uma questão de gosto. Como eu precisava de um bom gravador/reprodutor de DVD e um disco rígido de alta capacidade, escolhi um destes gabinetes de pequeno fator de forma que já vêm com fonte de alimentação também de tamanho pequeno (pois, convém lembrar, a potência consumida pela placa é baixíssima). Aí está ele, aberto, com todos os componentes instalados, na Figura 5. Toda a frente é ocupada pelo acionador de discos óticos (que, evidentemente, se o usuário assim o preferir, pode ser compatível com o padrão BluRay) e pelo disco rígido SATA. Abaixo deste último se percebe duas portas USB e os conectores para microfone e fones de ouvido. E, na parte traseira, destaca-se a antena WiFi por detrás do gabinete. A placa-mãe propriamente dita está no centro do conjunto e quase não ocupa espaço devido a seu formato reduzido.
A placa HDC-I compensa parte de sua capacidade de processamento relativamente baixa com avanços tecnológicos importantes. A Figura 5 mostra as características do processador. O sistema operacional instalado foi um Windows Home Premium x64.
O resultado é um sistema relativamente pequeno, não obstante perfeitamente satisfatório para gerenciar um centro de entretenimento doméstico tipo “Home Theater” não excessivamente ambicioso. Veja, na Figura 6, o pequeno gabinete, apoiado nos calços que são fornecidos com ele para se manter na posição vertical, ao lado de uma televisão de tela plana e alta definição. Repare que a tela exibe um vídeo que está sendo recebido em tempo real do YouTube via Internet. E note, do lado do pequeno gabinete e abaixo da televisão, o minúsculo receptor de sinais do teclado e mause sem fio usados para controlar o micro desde a poltrona (também abaixo da televisão, do lado oposto ao micro, aparece o conversor de sinais da televisão via cabo). Só não aparece na imagem o conjunto de alto-falantes.
Já a Figura 7 mostra tudo o que é necessário para nosso centro de entretenimento doméstico não excessivamente pretencioso porém de muito boa qualidade: o micro que servirá de base e centro de controle, os teclado e mause sem fio e, ao lado do mause, seu pequeno receptor de sinais, além da antena que aparece se projetando da traseira do gabinete. No que toca a controle, é o suficiente. E o custo não é elevado (no mercado brasileiro não consegui levantar custos, mas nos EUA uma placa HDC-I, com seu processador integrado à controladora de vídeo, pode ser encontrada por menos de cem dólares; para montar o conjunto, basta acrescentar os custos da memória, gabinete, acionador de disco ótico, disco rígido, teclado e mause, que não são caros)
O restante (televisão de alta definição com seu receptor de sinais a cabo ou via satélite e sistema de alto-falantes de alta fidelidade) fica a cargo do gosto ? e do bolso ? de cada um. Com este micrinho equipado com uma placa-mãe HDC-I, uma conexão Internet sem fio e nada mais, só não dá para fazer chover.
B.Piropo
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