Solução desenvolvida pela empresa já entrega aumento superior a 45% de eficiência operacional em projetos de transformação tecnológica no setor corporativo
O crescimento acelerado da inteligência artificial nas empresas vem abrindo uma nova discussão no mercado corporativo: como escalar e estruturar a orquestração de IA de forma sustentável, governada e aderente às diferentes realidades de negócio. Se, por um lado, organizações ampliam investimentos em agentes inteligentes e automação, por outro, cresce também a preocupação com controle operacional, segurança, governança e integração entre múltiplos ambientes tecnológicos.
Esse movimento vem sendo acompanhado de perto por analistas globais. Segundo estudo do Gartner, até 2028 uma empresa global listada no Fortune 500 deverá operar, em média, mais de 150 mil agentes de IA, contra menos de 15 agentes registrados em 2025. O levantamento alerta para o risco da chamada “proliferação descontrolada de agentes”, cenário que pode ampliar a complexidade operacional, a exposição de dados, as inconsistências de governança e o crescimento do chamado shadow AI dentro das empresas.
Nesse contexto, o debate sobre inteligência artificial corporativa começa a ir além da simples adoção de ferramentas prontas em modelo SaaS. Embora plataformas SaaS tenham acelerado o acesso à IA, as empresas começam a perceber que jornadas corporativas exigem abordagens mais flexíveis, capazes de integrar diferentes modelos, arquiteturas e níveis de governança conforme a realidade de cada operação. Nesse cenário, contar com uma estratégia clara de orquestração de IA deixa de ser diferencial e passa a ser requisito fundamental para a competitividade.
É justamente nessa direção que a consultoria de transformação e engenharia digital Verity desenvolveu o Verity Quantum, plataforma proprietária de orquestração de IA voltada ao ambiente corporativo. A solução foi desenhada para organizar, governar e escalar o uso de IA dentro das companhias, conectando múltiplos modelos e automatizando etapas críticas de engenharia de software, como migração de código, execução de testes, análise de vulnerabilidades e modernização de aplicações.
A proposta da Verity é justamente oferecer uma alternativa ao modelo tradicional de consumo isolado de ferramentas SaaS, permitindo que as organizações construam ecossistemas de orquestração de IA mais aderentes às suas necessidades operacionais e estratégicas.
“Escalar IA exige mais do que tecnologia. Exige governança, controle e previsibilidade. O Verity Quantum surge exatamente para resolver esse desafio nas empresas”, afirma Alexandro Barsi, CEO da Verity.
A discussão acompanha uma tendência apontada também pelo próprio Gartner. No estudo Agentic AI, a consultoria destaca que o mercado atravessa um momento de forte aceleração na adoção de agentes inteligentes, mas ainda carece de maturidade em temas relacionados à governança, segurança, gestão de custos e plataformas de orquestração de IA. Segundo o relatório, o avanço da IA corporativa dependerá cada vez mais de capacidades estruturantes, e não apenas da inteligência isolada dos modelos.
Segundo Alexandro Barsi, a plataforma já apresenta resultados relevantes em clientes, com ganhos superiores a 45% de eficiência operacional, além de redução de custos e maior controle sobre o uso da inteligência artificial.
“O Verity Quantum estrutura o uso da IA com governança e escala, viabilizando ganhos reais de eficiência e ROI. À medida que as organizações amadurecem suas estratégias de adoção tecnológica, cresce a percepção de que não existe um único modelo capaz de atender a todas as demandas”, explica o CEO.
Para as organizações que precisam lidar com ambientes complexos, sistemas legados e exigências regulatórias, a flexibilidade da arquitetura tecnológica tende a se tornar tão importante quanto a própria inteligência artificial. Adotar uma abordagem estruturada é, portanto, o caminho mais seguro.