O estudo mostra que mais de 40% das organizações não estão prontas para o caso de ser necessária a efetiva implementação de um plano de disaster recovery. Apenas 38% dos entrevistados alegam ter um plano integrado de continuidade de negócios.
Em comparação ao estudo realizado no ano passado, a implementação de planos subiu de 33% para 51%. Isso significa que um em cada 5 empresas ouvidas tiveram que recorrer a eles nos últimos 12 meses.
A causa mais comum citada foi falhas de sistemas associadas a problemas de hardware ou software (37%), seguida por ameaças externas por hackers ou vírus (25%), acidentes naturais (14%), má-fé dos empregados (13%) e erro humano ou terrorismo (10%).
Quando questionados sobre “o que aconteceria ao ambiente de TI da companhia no caso de um desastre natural, mais de 40% alegaram não ter idéia do tempo necessário para que a organização voltasse a operar total ou parcialmente. Apenas 3% afirmaram que seus negócios não sofreriam impacto e 28% acreditam que as operações seriam restabelecidas em um prazo inferior a 12 horas.
De acordo com a pesquisa, o impacto do desastre implicaria na redução de produtividade dos empregados (62%), diminuição dos lucros (40%) e danos à relação com os clientes (38%).
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