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38% dos brasileiros acordam e já olham o WhatsApp

Nós, brasileiros, temos uma forte tendência a utilizar os smartphones com frequência. De acordo com um levantamento da Pitzi, startup de proteção para celulares, os aparelhos estão essencialmente presentes até na hora que acordamos.

A pesquisa, realizada na primeira quinzena de setembro, mostra que os aplicativos de alarme despertam cerca de 93% dos donos de smartphones e celulares no Brasil.

Isto significa, em suma, que o primeiro contato que temos com a tecnologia ao acordar é com os nossos dispositivos. Um outro estudo, este da Hibou, revelou que 66% das pessoas dão uma “olhadinha” nos seus aparelhos sempre que acordam no meio da noite.

Um dado ainda mais específico da Hibou indica que 91% dos brasileiros não ficam longe do celular por mais de 1 hora.

Já no App Annie, o Brasil consta como o 5º da lista de países que mais utilizam smartphones; é uma média de 3 horas diárias por usuário. De modo geral, passamos cerca de 9h29 na internet, sendo 3h24 em redes sociais.

Bom dia, meu consagrado!

Ok, somos apaixonados por smartphones. E não estamos errados, de certa forma. Eles nos trazem praticidade e uma série de vantagens por ser uma das tecnologias móveis mais completas.

No entanto, segundo a pesquisa da Pitzi, 37,5% das pessoas dizem conseguir sair da cama no primeiro alarme. A função “Soneca” é essencial para 25% desse público, que geralmente dá mais alguns minutos até voltar a despertar.

Mas, claro, também tem aquela galera (37,5%, segundo a pesquisa) que coloca múltiplos despertadores no celular. É o famoso “6h30, 6h35, 6h40, 6h45”, precedidos por notas como “ACORDA AGORA, É SÉRIO“.

Sobre o público que acorda, mas ainda dá uma olhadinha no celular antes de sair, 38% diz conferir mensagens no WhatsApp; 12% checam os e-mails; 11,8% acessam redes sociais; 6,2% leem notícias.

Por outro lado, um terço dos usuários diz não ter o costume de pegar no celular logo depois de acordar. Esta é a opção mais saudável, no caso.

A pesquisa também aponta que apenas 18,7% das pessoas não teria coragem de voltar em casa para buscá-lo em caso de esquecimento. Também, que 25% dos entrevistados voltariam para buscá-lo mesmo se já estivesse bem longe de casa.

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