Governança, IA, reforma tributária e eficiência no centro das decisões

Finanças nas empresas em 2026: 4 CFOs apontam o que deve ficar no radar

O CFO passa a atuar cada vez mais como líder estratégico. O cenário combina: – Desaceleração econômica global – Transição para IBS/CBS – Pressão por eficiência – Avanço da automação financeira

O contexto para 2026

Para o executivo, 2026 será o ano de maturidade do modelo financeiro híbrido. A IA só gera valor com dados confiáveis e estruturados. Rotinas como validação documental e conciliações caminham para fluxos preditivos. O foco dos times migra da execução manual para análise e decisão.

Daniel Paschino | Qive: Automação e IA generativa no backoffice

Pressões como reforma tributária e volatilidade macroeconômica exigem disciplina financeira. O custo de capital segue como desafio. Eficiência e integração entre áreas serão determinantes.

Marcelo Silvestre | Funcional: Governança e resiliência financeira

Embedded finance continua crescendo. O foco deixa de ser criar novos produtos e passa a ser integrar pagamentos e crédito de forma natural. Desafio: equilibrar segurança e experiência do usuário.

Clayton Ricardo | Idea Maker: Finanças embutidas e experiência sem fricção

Regulação e pressão por transparência não dimi-nuem. Empresas precisam investir em governança de dados, rastreabilidade e segurança. Análise preditiva fortalece decisões e reduz incertezas financeiras.

Rodrigo Kratzer | Transfeera: Compliance e conformidade estratégica

Para 2026, as prioridades são claras: – Automação com dados estruturados – Disciplina financeira e gestão de risco – Experiência integrada em serviços financeiros – Compliance como vantagem competitiva

O que fica no radar