Considerado crítica pela gigante, o problema localiza-se no Messenger Services, usado para a comunicação entre aplicações e por administradores de redes para alertar usuários de possíveis falhas. “Ele é o mais preocupante dos anunciados pela Microsoft nas últimas semanas, por estar presente em quase todas as edições do Windows e ser facilmente explorada”, diz Vincent Weafer, diretor sênior do centro de respostas de segurança da Symantec.
Já Ken Dunham, diretor da iDefense, explica que a empresa não detectou apenas o código para ataques, como também um segundo código capaz de tornar a vulnerabilidade ainda mais grave. Enquanto o original só conseguiria penetrar em equipamentos com Windows, principalmente o Windows 2000 Service Packs 3 e 4, o programa disseminado poderia tirar vantagem de um buffer overflow no Messenger Service para rodar o próprio código de um atacante no computador comprometido.
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