O Fizzer contém diversos componentes, como um temporizador interno responsável por diferentes processos. Entre eles: propagação em massa para endereços encontrados em diferentes lugares, interrupção das tarefas relacionadas aos softwares antivírus, ativação do IRC (Internet Relay Chat), AOL Instant Messenger, Kazaa e HTTP Server, além de captura dos dados digitados pela vítima em um arquivo chamado iservc.klg, dentro do diretório do Windows, por meio de um Keylogger.
O e-mail que carrega o Fizzer possui um remetente que pode não ser real e assim como o corpo da mensagem, o campo de assunto pode variar bastante. Já as extensões do anexo mais comuns são: exe, scr, com e pif. Quando executado, o vírus extrai arquivos para o diretório de instalação do Windows e cria uma chave de registro para carregar-se na inicialização do sistema. A manipulação de arquivos .txt também pode executar o vírus.
O diagnóstico de infecção pode ser realizado por meio do registro de tráfego inesperado na porta 6667 (IRC) ou 5190 (AIM). Os sistemas operacionais infectados pelo Fizzer são: Windows 95, 98, ME, NT, 2000 e XP.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…