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“Vamos expandir 3G com qualidade”, diz diretor de rede da TIM

No polo tecnológico da TIM, localizado em Santo André, o Pisa, está um dos mais modernos centro de gerenciamento de rede da TIM. A companhia conta com dois locais similares, este na Grande São Paulo e um no Rio de Janeiro, e os dois operam de forma conjunta. À frente da infraestrutura de rede está o italiano Marco Di Constanzo, dono de posições fortes e de olho nas possibilidades de ampliar a base da companhia.

Para isso, ele sabe que melhoria e expansão da rede são pontos fundamentais e avisa: “são R$ 3,8 bilhões de reais investidos em rede em três anos (2009-2011).” Para 2010, o diretor de rede da TIM Brasil afirma que a companhia não deixará de investir em 2G, já que a maior parte do faturamento da companhia vem do serviço de voz, mas há planos para ampliar a presença da rede 3G da companhia.

“Há uma expectativa grande dos clientes por rede móvel de mais qualidade. Não temos a maior rede, mas a melhor. Onde estamos, estamos bem. Não adianta expandir sem qualidade. Vamos com passos calmos, seguidos e consistentes. Vamos alcançar quase 60% da população em área coberta (com 3G em 2010). Em São Paulo será mais de 70% da população urbana”, projeta o executivo.

A TIM tem um mercado de 41 milhões de clientes e processa em torno de 90 bilhões de minutos e dois terabytes de dados por dia. Para isso, a empresa conta com mais de dez mil torres espealhadas dos todo o território nacional. “Nossa rede é grande em dimensão.”

Intelig

Mas novidades devem vir por aí. Com a integração da Intelig, a companhia terá mais capilaridade, aumentará a presença no mercado corporativo e reduzirá gastos com aluguel para transmissão. “Pagávamos caro em transmissão e isso acaba com a Intelig, decidimos por esse investimento por independência, mais eficiência e redução de custos e também podemos escalar capacidade de acordo com necessidade”, resume.

De acordo com Constanzo, com a integração da rede com da TIM com a Intelig, a companhia sairá de um cenário com 40% da transmissão era por rede própria e 60% locada para 60/40, algo que deve acontecer em um ano. Mas o processo de integração é complexo e está em curso, o objetivo inicial da telco é fazer com que as redes conversem.

Hoje, a área de Constanzo conta com dois centros de gerenciamento de rede o que é ideal para o executivo. Quando a Intelig estiver integrada, serão quatro, já que a operadora conta com outros dois. “Futuramente, uma nova consolidação está prevista”, calcula, fazendo alusão à consolidação de centrais que houve no passado.

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