Cibersegurança

3 melhores práticas de segurança para blindar PMEs contra ciberataques

O cenário de cibersegurança para as empresas brasileiras e globais, especialmente as pequenas e médias, é desafiador, para dizer o mínimo. Um relatório da FortiGuard Labs, da Fortinet, indica que o Brasil sofreu 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao longo de 2024 — e elas são cada vez mais sofisticadas.

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Outro relatório, o Global Cybersecurity Outlook 2025 do Fórum Econômico Mundial, indica que as PMEs atingiram o limite da capacidade de proteção diante do aumento dos riscos digitais, com 71% dos especialistas alertando para essa vulnerabilidade. Mas para Celso Kleber, CEO do Grupo Mooven, há três melhores práticas capazes de fortalecer o monitoramento, prevenir ataques e garantir resposta rápida a incidentes.

São elas:

  1. Políticas claras para dispositivos móveis e trabalho remoto

O aumento do uso de dispositivos pessoais e do trabalho remoto amplia o risco de acessos não autorizados. Para reduzir essa vulnerabilidade, é preciso definir regras específicas para o uso desses dispositivos, com soluções de gestão de dispositivos móveis (MDM) e manter sistemas e softwares sempre atualizados.

  1. Automatizar atualizações

Falhas em sistemas desatualizados estão entre as portas de entrada mais exploradas por cibercriminosos. Atualizações de segurança corrigem vulnerabilidades conhecidas e são uma linha básica, porém vital, de defesa. Automatizar esse processo reduz riscos e garante que as proteções estejam sempre em dia, diz o especialista.

  1. Monitoramento contínuo de sistemas

Ter visibilidade em tempo real sobre o que acontece na infraestrutura digital é fundamental para identificar falhas, comportamentos suspeitos e riscos, diz Kleber. Plataformas de observabilidade permitem acompanhar o desempenho de aplicações, servidores e serviços em nuvem, ajudando a detectar anomalias, reduzir o tempo de resposta a incidentes e fortalecer a segurança dos dados. Esse tipo de monitoramento também evita o desperdício de recursos, melhora a tomada de decisão e aumenta a confiabilidade operacional.

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