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TI é mais estratégica para CIOs da América Latina do que para o restante do mundo

Grande parte dos CIOs na América Latina considera a área de TI de extrema importância para os resultados dos negócios do que profissionais das demais regiões: Europa, Estados Unidos, Ásia, Países Árabes, China e Austrália. O relatório Global CIO Survey 2015 foi desenvolvido pela PromonLogicalis e ouviu mais de 400 profissionais do ramo ao redor do mundo.
Na pesquisa, 28% dos gestores latino-americanos concederam nota máxima quando analisaram a importância de TI nos resultados dos negócios, enquanto na Europa e nos EUA a nota máxima foi aplicada por apenas 17% dos gestores, contra 15% dos profissionais na APAC (Ásia, Países Árabes e China) e de 8% na Austrália.
Globalmente, o estudo mostrou o foco dos gestores em se estabelecerem como fornecedores internos de serviços de social, mobile, analytics, cloud, BI e SDx. Para cada item, os gestores elegeram uma das opções: Nada Importante, Necessário, Importante, Muito Importante e Criticamente Importante.
Nesse sentido, a América Latina apresenta algumas particularidades em relação ao peso que cada um desses temas pode agregar de inovação aos negócios:
No mobile, 62% dos gestores no continente consideram o assunto criticamente importante – muito acima da média das demais regiões, nas quais 31% citaram esse mesmo nível de criticidade. A classificação Muito Importante foi dada para 32% dos entrevistados, enquanto que Importante foi apontado por 24%.
Já para o social, 36% dos executivos Latam consideram como Importante, contra 23% Muito Importante e 26% Criticamente Importante. A média das demais regiões foi de 28%.
Em analytics (plataformas de BI, análises de desempenho corporativo, análises avançadas, aplicações de análises gerenciamento, etc), há um equilíbrio nas respostas dos participantes. Todos concordam que esse foco é Muito Importante para os negócios, com uma média de 36% entre as regiões analisadas e de 33% para América Latina.
A falta de budget ainda é a principal justificativa que impede as empresas de adotarem soluções de BI (Business Intelligence) e BA (Business Analytics). Surpreendentemente, para a América Latina e Europa, esse fator tem peso menor (41% para ambas) do que para as demais regiões: EUA com 49%, APAC com 60%, e Austrália com 53%.

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