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Telefônica FAZ Nova Aposta sem Segmento Empresas

O mercado de serviços gerenciados no Brasil deve movimentar em torno de US$ 1,3 bilhão em 2010, representando cerca de 15% do segmento de conectividade, como projeta Vladimir Barbieri, diretor-executivo do segmento empresas da Telefônica. Para não ficar de fora dessa fatia que deve crescer até 50% nos próximos cinco anos, a telco apresentou durante a Futurecom 2010 uma nova aposta para gestão de redes corporativas. Com o produto modular Smart, a empresa espera diferenciar-se da concorrência e agregar valor aos clientes que já utilizam os serviços de gerenciamento que vinham sendo ofertados.

Barbieri explicou que entre os principais diferenciais da abordagem estão novas funcionalidades que permitem descer até a camada de aplicativos, a chamada camada 7, com isso, o cliente tem à disposição uma riqueza de detalhes sobre o que está causando problemas na rede, podendo agir rapidamente e de forma mais eficaz. “Tem que ser parte do DNA da telco ter serviços gerenciados”, avalia.

Para oferecer a linha Smart, que será vendida por módulos, tendo quatro opções, a Telefônica recorreu aos parceiros Cisco, CA e Allot. “O produto não exige infraestrutura de rede, mas de ferramentas de gestão. Esta solução permite contratação por múltiplos clientes e tem o serviço de consultoria associado.” A modalidade de venda é por serviço, sendo um valor fixo mensal para os três primeiros módulos, para o quarto, que tem opção de ações para sanar problemas, o valor pode variar.

Embora não tenha falado em tamanho de empresa foco para essa solução, Barbieri reconhece que o produto é destinado às corporações com redes complexas. “Ele foi desenvolvido para ter maior impacto em VPN/P. Como é vendido por serviço por link, o cliente não tem gasto com desenvolvimento”, lembra.

Os módulos do Smart funcionam da seguinte maneira: Monitora, que é o mais básico e voltado para monitoramento genérico, sem muitos detalhes; Dimensiona, que, além das funções do primeiro, traz explicações de desempenho; Recomenda, que agrega características de causa e consequência e recomenda ações; e, por último, o Otimiza, que atua nas ações para otimizar o fluxo da rede. Ao exemplificar as possiblidades com o produto, o executivo citou a operação de uma rede varejista enfrentando problemas em dias de movimento, o gargalo pode ser no sistema de pagamento ou geração de pedidos e a companhia poderá priorizar por aplicação. Outra alternativa é se adiantar a certas situacões, como datas comemorativas, tomando como base o histórico criado pelo sistema.

Veja mais:

Hotsite especial Futurecom 2010

Especial Futurecom 2009

Especial Futurecom 2008

Especial Futurecom 2007

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