Já se foram os dias em que investir em tecnologia de sala de aula era uma tendência das instituições de vanguarda.Os avanços em infraestrutura, a oferta de software e conteúdo digital, a inteligência artificial (IA), análise de dados e as novas metodologias de ensino trouxeram mais oportunidades de integrar a tecnologia ao ensino e aprendizado.
De um lado temos os estudantes com suas aptidões naturais para aplicativos e do outro os professores ávidos por um melhor engajamento e colaboração em grupo, ao mesmo tempo que têm que incorporar novos dispositivos e dedicar-se a sua própria formação tecnológica.
Sempre defendi os quadros interativos, ou lousas interativas – e suas variáveis nomenclaturas- como um passo seguro para essa transição da sala tradicional para a sala baseada em tecnologia e como a ferramenta ideal de apoio aos professores.
O avanço da revolução tecnológica também chegou a esses dispositivos: não há mais a necessidade de calibrar os quadros interativos da sala de aula toda vez que eles são ligados para garantir a precisão da interatividade das telas. Tampouco há a preocupação com projetores e os riscos apresentados aos professores que permanecem com a luminosidade do projetor por longos períodos sob seus olhos e ainda fazendo sombras no quadro interativo. As escolas não precisam mais se preocupar com as lâmpadas velhas do projetor e com o medo de que uma lâmpada antiga fique tão fraca que prejudique a visualização ou o risco de incorrer um alto custo de substituição.
As telas planas interativas eliminam todos esses problemas e são a próxima revolução na experiência de sala de aula interativa, colaborativa e envolvente. Esses novos dispositivos trazem a tecnologia de visualização e colaboração ao nível mais profissional para aos ambientes de aprendizado.
Mas nem todas as telas são igualmente adaptáveis em sua flexibilidade em torno do toque ou, de fato, sua capacidade de reconhecer diferentes fontes de toque. Por exemplo, algumas telas interativas só podem ser usadas com uma caneta magnética ou eletrônica, enquanto outros sistemas mais abrangentes oferecem a operação da caneta e o toque do dedo, com alguns deles até capazes de reconhecer gestos específicos.
*Danielle Andrada é fundadora e diretora da Eduinfo
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