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Startups do Cubo Itaú recebem mais de R$ 1 bilhão em investimentos

O ano de 2020 foi bom para as startups do Cubo Itaú. As empresas contribuíram com 14% do faturamento médio das startups no ano passado e mais de 3,2 mil empregos foram gerados, representando um aumento de 48% em relação a 2019, segundo dados divulgados recentemente pela aceleradora. Em média, houve um crescimento de três vezes em relação ao ano anterior, com destaque para as fintechs, healthtechs e edtechs.

“Pudemos ver o tamanho que o ecossistema de startups passa a ter no cenário de negócios do Brasil. No momento de maior crise, tivemos investimentos, aquisições e diversos negócios. Também vimos a importância das empresas monolines focadas em tecnologia e resolvendo problemas reais com tecnologia, que foi a chave para acelerar a transformação digital”, disse Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú, em comunicado.

Juntas, as startups do portfólio do Cubo receberam investimentos de mais de R$1 bilhão, sejam em aportes ou aquisições. Um dos grandes destaques nesse sentido foi a Take Blip, plataforma que auxilia empresas a conversarem com seus consumidores em canais online por meio de atendentes e de robôs de atendimento. Em outubro, a startup teve um dos maiores aportes do ano, de US$ 100 milhões.

A Conexa Saúde, plataforma de telemedicina que une o conhecimento dos médicos à agilidade das ferramentas digitais, recebeu um aporte de R$ 40 milhões em junho. Pouco tempo depois, adquiriu a startup mineira iMedicina, que possui um software integrador de prontuário eletrônico, ferramenta de marketing e CRM para médicos.

Leia também: Recém-criada, escola quer formar programadores para a economia digital

Outro destaque é a Docway, que em 2018 começou a desenvolver sua ferramenta de telemedicina, oficialmente lançada em 2019. A partir do dia 16 de março eles passaram de mil atendimentos diários por para 60 mil. Com isso, o número de pessoas da própria startup também cresceu, passando de 25 para 80 integrantes no time Docway.

Futuro no mercado de startups

O movimento de digitalização de empresas, independentemente da área, deve perdurar não só em 2021, mas também nos próximos anos. Como visto em 2020, o desenvolvimento de novas soluções com uso de tecnologia será essencial, os profissionais de TI continuarão em alta.

Segundo dados do Banco Mundial, 420 mil vagas serão criadas até 2024 na área de TI. Ainda são poucos os profissionais qualificados do setor, o que faz com que a demanda seja infinitamente maior do que a disponibilidade de profissionais.

 

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