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Startup quer digitalizar consumo de energia elétrica no Brasil

De olho no mercado de geração distribuída (GD) compartilhada de energia elétrica, chega ao mercado brasileiro uma nova energytech. Batizada de Luz, a startup conta com investimentos do Grupo Delta Energia e visa atender consumidores de baixa tensão, incluindo residenciais e pequenos comércios, além de focar em serviços digitais com a promessa de gerar economias para os clientes.

Em sua fase inicial, a Luz cobre 278 municípios atendidos pela rede da distribuidora CPFL Paulista. Entre as cidades atendidas estão Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Bauru. Até o fim deste ano, segundo a empresa, mais cinco estados serão atendidos. A expectativa é, até 2024, atender todo o País.

A empresa é comandada por Flavio Catani, Alfredo Silva, Mauro Lourenço, Ursula Vieira e Samantha Albuquerque, sócios fundadores da Luz e especialistas em varejo, tecnologia, operações, comercialização e marketing, respectivamente.

Leia também: Energia solar deve movimentar R$ 15 bi em geração distribuída até 2024

Segundo informações do Valor, a empresa deve disponibilizar um aplicativo a partir de janeiro de 2023 que trará informações personalizadas de economia. Para isso, dependerá da instalação de um medidor inteligente na casa do consumidor que enviará informações ao aplicativo que monitorará o consumo.

“Com o aplicativo exclusivo da LUZ, o cliente receberá, em tempo real, o seu consumo e informações personalizadas sobre como economizar”, explica Alfredo Silva, um dos fundadores, em comunicado de imprensa.

Segundo explicação da empresa, essas informações por família ocorrem pelos algoritmos que conseguem entender o hábito de cada cliente. Será possível, por exemplo, avisar pelo smartphone que um banho tomado em horário de pico eleva o valor da conta e, a partir de então, sugerir que o chuveiro seja ligado em outro momento para diminuir o valor da fatura.

Até o final de 2023, a empresa espera alcançar 100 mil clientes. O foco da empresa é também a energia da fonte solar. Em entrevista ao Valor, um dos sócios afirma que a Luz está investindo em fazendas solares, com cerca de 20% a 25% das fazendas proprietárias e a diferença sendo arrendada de grandes grupos.

* com informações do Valor

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