Com a crise, as empresas optar por fazer demissões — algumas em massa. Quem continuou no quadro de funcionários teve de assumir o trabalho dos que partiram, gerando uma sobrecarga de funções. O “funcionário polvo” é aquele que assume vários “braços” dentro do trabalho, mas as consequências de sobrecarregar uma única pessoa com responsabilidades, prazos e resultados que antes eram de uma equipe, acabam sendo desastrosas para a saúde emocional, mental e física dos colaboradores. É aí que se instala a síndrome de Burnout, conhecida como a síndrome do esgotamento profissional.
O Burnout é um distúrbio provocado pelo esgotamento físico, mental e psíquico. A palavra em inglês pode ser traduzida como “queimar por completo”. Esse distúrbio foi descrito pela primeira vez pelo médico e psicólogo alemão Herbert Freudenberger, que diagnosticou a síndrome em si próprio, em 1974. Entre os principais sintomas estão a sensação de extrema exaustão, que não melhora com períodos de descanso, e uma completa despersonalização do indivíduo, que passa a ser indiferente a coisas que lhe davam prazer.
Em casos mais graves, o paciente pode ter excesso de sudorese, taquicardia, náuseas, hipertensão, falta de ar e enxaqueca. Para evitar a doença, mas se adaptar à nova realidade das empresas (e da economia que vive desfios), é preciso um esforço conjunto entre o colaborador, o departamento de recursos humanos e os gestores da empresa.
“Em cenário de crises é hora de fazer mais com menos, que é necessário haver colaboração para enfrentar o momento de economia delicada, mas é preciso também bom senso de todas as partes envolvidas”, diz Marcelo Liutti é headhunter da Trend Recruitment.
Para o especialista, o melhor antídoto é uma comunicação clara e transparente. Diante de tantas demissões, o profissional pode ficar inseguro. Se não for o caso, os gestores diretos precisam aliviar essa tensão, demonstrando o quanto ele é importante para a empresa.Por outro lado, o profissional também precisa desenvolver sua própria inteligência emocional.
O especialista dá 8 dicas para quem pode estar passando por pressões
“Se mesmo depois de todas essas dicas, você sentir que a situação não está melhorando, avalie até que ponto o trabalho é tão importante na sua vida que custe sua própria saúde. Pondere de que vale o salário que ganha para quem já não consegue mais ver sentido ou prazer na realização de seus propósitos pessoais e profissionais”, conclui. Caso você se identifique com os sintomas do Burnout, busque ajuda médica.
A Unico, empresa brasileira especializada em identidade digital e biometria facial, ingressou com ações nas…
A Salesforce anunciou parceria com a FIFA como apoiadora oficial da Copa do Mundo de…
Neil Redding será o palestrante de abertura do IT Forum Praia do Forte 2026. Com…
Apesar da consolidação da computação em nuvem como um dos pilares da transformação digital, uma…
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…