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Smartmachines tomarão decisões de negócios (mas humanos continuarão no controle)

Dados baseados em sensores, combinados com algoritmos avançados e inteligência artificial. Essa é a receita para que máquinas inteligentes possam aprender a tomar decisões nos negócios que saíram do controle humano. Esse é o ponto de vista do instituto de pesquisas Gartner.

Segundo Stephen Prentice, vice-presidente e Partner Fellow da empresa, à medida que as máquinas começarem a desenvolver cada vez mais inteligência, elas desempenharão um papel importante na tomada de decisão de negócios e até mesmo poderão ser alternativas viáveis para substituir humanos em algumas situações.

De acordo com o Gartner, a crescente capacidade de automação e robótica levou à adoção acelerada desse tipo de tecnologia em diversos ambientes de trabalho – principalmente porque as smartmachines estão ficando cada vez mais acessíveis em termos financeiros por conta dessa crescente implementação – e isso levantou algumas questões com relação ao impacto que esse tipo de inovação causaria nos empregos existentes, especialmente em setores como o de manufatura.

Apesar da preocupação de sempre, com máquinas substituindo a força humana, Prentice ressalta que isso não é algo novo e que, ao mesmo tempo que há substituição, há também novas oportunidades, como a criação de milhares de outros postos de trabalhos.

Dentro dos próximos cinco anos, a previsão do Gartner é que máquinas pequenas irão, inevitavelmente, tomar mais decisões relativas ao crescimento dos negócios, o que também irá aumentar o medo de que elas poderão ficar “fora de controle” – o que poderia ser visto como uma ameaça pelos humanos, segundo Prentice, que ressalta que esse cenário de máquinas desenvolvendo consciência própria continua sendo apenas ficção científica.

“Mesmo com a próxima geração de máquinas que realmente ‘aprendem’ e estão aptas a adaptar suas ações para otimizar seu progresso rumo a um objetivo, os seres humanos ainda podem escolher permanecer no controle”, diz o executivo.

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