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Sistema faz extração e análise de prova forense em dispositivos móveis

A fornecedora de soluções de análise forense para dispositivos móveis Cellebrite lançou sua solução UFED TK, uma ferramenta que serve para extração, decodificação e análise de informações físicas e lógicas contidas em celulares, smartphones, tablets ou aparelhos de GPS. 

A ideia é que investigadores forenses possam levar o kit portátil para o seu trabalho de campo uma plataforma all-in-one, na qual se reúnem ferramentas de investigação e produção de relatórios forenses antes disponíveis apenas no laboratório de criminalística.

O sistema possibilita aos investigadores obter prova forense e acreditação jurídica, mesmo em antigos aparelhos celulares da primeira geração,

Ao todo, o sistema abrange mais de 12 mil perfis de dispositivos móveis, entre ele smartphones e tablets com sistemas  iOS, BlackBerry, além de equipamentos “genéricos” como os produzidos na China e que hoje são amplamente utilizados em todo o mundo.

O UFED TK também possui recursos para a decodificação de senhas complexas e para a quebra de bloqueios físicos ou lógicos. Além disso, o kit é capaz de analisar algoritmos criptográficos, incluindo a decriptação e decodificação bit a bit de dados armazenados em dispositivos BlackBerry. 

O sistema ainda coleta registros de contato, os dados de navegação na web, mensagens de texto, imagens armazenadas, arquivos de redes sociais, recibos de pagamento móvel e memórias de aplicativos empregados usados pelo portador do aparelho.

O UFED TK concentra todas as aplicações avançadas da Cellebrite de extração, leitura e análise de informações capturadas em dispositivos móveis, incluindo aí os recursos que possibilitam a reconstituição de dados apagados de forma acidental ou propositadamente.

A solução é construída sobre notebooks robustos, de classe militar, fabricados pela Panasonic, podendo ser empregada em condições ambientais adversas. 

Além das aplicações da Cellebrite, esta mesma plataforma pode abrigar soluções de investigação forense de outros fabricantes, tornando-se uma espécie de minilaboratório de criminalística para operações de campo.

 

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