Jorge Cenci, presidente da Senior Sistemas, reconhece que o
volume da compra da Datasul pela Totvs (avaliada em 700 milhões de reais) mostra
um setor de software maduro no Brasil. Ele, contudo, é lacônico ao classificar a competição no novo
cenário. “Na pior das hipótises, fica igual. Na melhor das hipóteses, a Senior ganha
por ser a alternativa”, sentencia.
Segundo ele, o negócio coloca a Senior em destaque ao fundir
a segunda com a primeira. “Agora, somos a segunda maior”, diz.
Cenci descarta, também, a criação de uma estratégia para
aproveitar a janela de oportunidade gerada com a integração de dois
fornecedores com algumas soluções que se sobrepõem. “Quando o cliente escolhe o
fornecedor e o processo, é difícil mudar. Nesse setor, o melhor caminho é
cuidar da nossa loja do que da do vizinho”, acrescenta.
O executivo garante que a meta para o volume de negócios gerado
pela empresa (incluindo distribuidores) é a mesma.
Fechar 2008 com 265 milhões
de reais, alta significativa perante os 205 milhões registrados em 2007. Em
faturamento, revela, a meta é de 62 milhões de reais em 2008, contra os 52
milhões de reais do ano interior.
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