Segundo informações da CNet, em termos práticos, os especialistas explicam que um hacker com uma memória muito grande de computador pode reduzir o tempo em que leva para quebrar um código secreto. Além disso, eles destacam para um fato que há muito vinha sendo discutido: a forma como a Microsoft faz a criptografia de suas senhas, onde existem diversos pontos fracos, principalmente por não incluir nenhuma informação aleatória.
Segundo Philippe Oeschslin, pesquisador sênior do Cryptography and Security Laboratory of the Swiss Federal Institute of Technology em Lausanne (EPFL) e um dos participantes do projeto, na experiência foi usado uma tabela de 1.4 Gb e um único computador com Advanced Micro Devices 2500 processadores e 1,5 GB de RAM. A Microsoft não foi notificada antes da publicação do teste, mas o pesquisador acrescenta que isto não deve ser considerado ainda uma vulnerabilidade.
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