Segundo a entidade, ter um domínio próprio implica em grandes investimentos de marketing e por isso é mais vantajoso para as empresas se unirem a nomes já conheciods no mercado. Outra vantagem apontada é a utilização da infra-estrutura de segurança e logística do grande portal. “O grande problema de comércio eletrônico não são os investimentos para manter o site, mas sim o gasto em logística. O produto enviado pelo correio, por exemplo, fica 40% mais caro”, afirma Francisco Rodrigues Freitas Jr., consultor do Sebrae-SP.
O executivo exemplifica as vantagens das parcerias usando um site de chinelos. “Ele nunca fará sucesso sozinho. Mas, associado a um site de turismo, oferecendo entrega do produto na cidade de praia onde estará o consumidor, terá um aumento de vendas”.
No segmento business-to-business, o Sebrae indica a utilização de EDI (troca eletrônica de dados). “Quem não se prepaar para isso ficaráfora do mercado das grandes corporações”, finaliza.
A Oracle divulgou na última quarta-feira, 10, resultados acima das expectativas para o quarto trimestre…
A OpenAI divulgou na última quarta-feira um relatório revelando que propagandistas ligados à China utilizaram…
A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…
A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…
A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…
O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…