A partir de amanhã (4), o 5G estará ativado na cidade de São Paulo. As prestadoras que adquiriram a faixa de 3,5 GHz na licitação ocorrida ano passado poderão ativar suas estações com a tecnologia.
Nessa primeira fase, segundo as regras do Edital, seriam necessárias, no mínimo, 462 estações ativadas até o dia 29 de setembro. Até a última terça (2), no entanto, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já havia recebido 1.378 pedidos de licenciamento na faixa de 3,5 GHz, quase o triplo do total de antenas que deverão ser instaladas no município neste ano.
Segundo o cronograma da Anatel, em julho de 2023 serão necessárias 308 estações por prestadora e, no mesmo mês de 2024, 514 e, em 2025, 1.540 estações. O número de pedidos de licenciamento de estações para a ativação do 5G standalone na cidade de São Paulo já representa cerca de 30% do total de estações atualmente ativas (4.592), o que permitiu ao Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi) estimar a cobertura em 25% da área urbana de São Paulo, uma vez que a propagação na faixa do 3,5 GHz é menor.
A maior concentração de antenas no está no Centro Histórico, na região da Avenida Paulista e no Itaim Bibi. Já os bairros da Aclimação, da Mooca e do Brás, por exemplo, terão cobertura menor no início do processo.
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