os ataques podem vir de fora dos Estados Unidos, inclusive patrocinados pelos próprios governos do Iraque ou Coréia, por exemplo, ou, pelo que chamam de “hacker patrióticos”, pessoas que pretendem atrapalhar a infra-estrutura das redes dos países.
O alerta faz algumas recomendações para os administradores de redes, como atualizar os softwares antivírus, ficar atento para arquivos atachados contaminados e avisar os funcionários sobre o crescimento dos riscos. Além disso, as empresas devem ter um esquema de segurança implementado, incluindo filtros de conteúdo na Web e de e-mail, para deter as ameaças, bem como planos de recuperação e respostas em caso de eventos
O alerta também enfatiza que nem todos os ataques deverão partir de fora do país, pelo fato de existirem ativistas dos dois lados da crise – tanto os motivados a fazer algum “mal” para o Iraque, quanto os que são de movimentos contra a guerra – e ainda avisa que hackers que não possuem alguma com o assunto podem aproveitar o momento para colocar os seus códigos maliciosos nas redes.
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