O especialista afrima que, até agora, o hardware caro e os softwares complexos restringiram as pesquisas em segurança nessa área, mas que atualmente essa não é mais uma barreira. Assim, com as ferramentas ficando cada vez mais fáceis de ser encontradas, hackers e outros agentes mal-intencionados podem usar um simples handheld para reprogramar as etiquetas de mercadorias caras com preços muito baixos e comprá-los.
O próprio Grunwald desenvolveu um programa – o RFDump – que torna simples reescrever os códigos das etiquetas de RFID. Mas, segundo ele, apesar de haver a possibilidade de uso maldoso do software, ele também pode ajudar os usuários a se proteger de ataques. “Todos devem ter o direito de apagar as etiquetas ao sair da loja”, afirma o especialista.
Mas resolver o problema da segurança não deve ser fácil. A maior parte dos chips de RFID não têm capacidade de ler chaves criptográficas (maneira mais usada para esconder informações de pessoas não-autorizadas), e as que têm são as mais caras do mercado.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…