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Receitas cumulativas de cargas de trabalho 5G na nuvem pública alcançarão US$ 5,4 bilhões

As receitas acumuladas ao longo de cinco anos provenientes das cargas de trabalho de nuvem pública relacionadas ao 5G autônomo devem alcançar US$ 5,4 bilhões, com um CAGR de cinco anos de 65%, segundo atualização do relatório “5G Workloads Moving to the Public Cloud” do Dell’Oro Group, consultoria que fornece insights de mercado em telecomunicações, redes, segurança e data center.

A nova projeção do Dell’Oro Group aponta que os provedores de nuvem de hiperescala (HCPs) devem conquistar 9% do mercado de cargas de trabalho 5G autônomas (5G SA) até 2027. No decorrer de cinco anos, as receitas acumuladas de cargas de trabalho 5G SA em nuvem pública deverão alcançar US$ 5,4 bilhões, com uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 65% ao longo desses cinco anos.

Leia mais: CIOs do setor enfrentam duras verdades sobre o 5G privado

A previsão inicial foi ajustada devido à migração mais lenta do que o esperado para 5G SA por parte das operadoras de rede móvel (MNOs) e empresas para suas redes sem fio privadas 5G SA, de acordo com Dave Bolan, Diretor de Pesquisa do Dell’Oro Group.

“Algumas redes corporativas são implantadas comercialmente, mas a maioria são provas de conceito de longo prazo ou testes de campo, durando alguns anos. Como resultado, prevemos que HCPs como Amazon Web Services (AWS), Google Cloud e Microsoft Azure capturarão 6% cumulativos das receitas do mercado nos próximos cinco anos, hospedando cargas de trabalho 5G em suas respectivas nuvens públicas”, disse Bolan, em comunicado da empresa.

Esta atualização do relatório também inclui receitas provenientes do Edge (Multi-Access Edge Computing – MEC) e para Virtualized Radio Access Network (vRAN). As previsões indicam que as receitas acumuladas do Edge devem chegar a US$ 1,3 bilhão nos próximos cinco anos, com um notável CAGR de 86%, estabelecendo-o como o segmento de maior crescimento para os HCPs, segundo Bolan. O interesse desses provedores também se estende ao IMS Core e à Virtualized Radio Access Network (vRAN), que estão contemplados nas análises.

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