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Realidade virtual e seu uso em processos de treinamento

Os treinamentos corporativos são práticas comuns nas grandes empresas, seja para melhorar a performance do trabalhador, promover a cultura organizacional, ou ainda como prevenção de riscos aos profissionais de determinadas áreas. A fim de otimizar esses treinamentos, a realidade virtual tem sido adotada como a mais nova ferramenta de recursos humanos para a capacitação de colaboradores.

Entre os benefícios desta opção de treinamento está a possibilidade de acompanhar os resultados de desempenho eletronicamente por meio de gráficos e planilhas. A tecnologia ainda permite simular situações do cotidiano de trabalho e dar aos avaliadores uma visão das etapas de desenvolvimento de cada um dos participantes, auxiliando a identificar os pontos em que eles precisam melhorar sua eficiência.

Mas como funciona?

O colaborador é imerso em um vídeo em 360 graus onde participará de algumas atividades lúdicas e interativas, respondendo perguntas “quiz” propostas pelos seus avaliadores. No final, é gerado um relatório com as estatísticas de desempenho de cada pessoa. Tal prática permite a equipe de recursos humanos avaliar as principais carências dos seus profissionais.

Além disso, a VR permite a experiência em determinadas situações da realidade em um ambiente virtual, possibilitando o aprendizado de situações difíceis, sem a necessidade de provocar incidentes perturbadores.

Devido ao caráter inovador e a capacidade de manter o interesse dos envolvidos, a opção também deve começar a ser utilizada como ferramenta para realizar a integração de novos colabores e promover a cultura empresarial dentro das organizações, já que cada vez mais empresas estão interessadas neste tipo de serviço.

Os treinamentos em Realidade Virtual também são comuns no exterior. A maior rede de varejo norte-americana, o Walmart, utiliza a tecnologia VR para simular aos seus lojistas diversos cenários de complexidade, que exigem atenção e boas práticas para melhorar o atendimento ao público consumidor e como forma de disseminar o “jeito Walmart de atender”.

*Fabio Costa é CEO da agência Casa Mais

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