O estudo também mostra que muitos consumidores não se importam tanto com violações de privacidade. Apenas 30% dos entrevistados utilizam regularmente firewalls ou softwares de privacidade e um terço chega a ler, de fato, as políticas de privacidade dos Web sites. Mas, segundo Jed Kolco, analista sênior da Forrester, leitura não significa, necessariamente, compreensão do que está escrito. Ele diz que muitas políticas de privacidade foram escritas por departamentos legais e são difíceis de compreender.
A pesquisa mostra que os consumidores temem o destino de seus dados pessoais quando estes são enviados a um Web site. Cerca de 70% dos entrevistados disseram ter medo que os Web sites percam o controle das informações; 61% afirmaram que perdem o anonimato a partir do momento em que revelam seus dados e 58% se preocupam com perdas financeiras em decorrência dessas lacunas de privacidade.
Frente a essas conclusões, o que as empresas precisariam fazer para garantir a privacidade de seus clientes? Segundo Kolco, uma atitude inteligente é perguntar aos consumidores dados que eles fornecem com menos receio, como código postal e nível educacional. Para ele, essas informações não são diretas como perguntar o salário do consumidor, mas podem dar pistas sobre o rendimento dele sem “assustá-lo”.
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