Para o próximo ano, a fornecedora espera crescimento da penetração dos serviços 3G e briga ao lado da Vivo (sua única parceira no Brasil) pelo que chama de ?tratamento isonômico.Já foram feitos oito leilões para as bandas GSM e nenhuma solução foi ofertada para a tecnologia CDMA, destaca Marco Aurélio Rodrigues, presidente da empresa, explicando que a Vivo possui 25 MHz de banda enquanto as demais têm entre 30 e 50 MHz.
Outras bandeiras da fornecedora em 2006 devem ser a possibilidade da Vivo utilizar a freqüência de 1,9 GHz para, assim, ampliar sua cobertura e torna-la efetivamente nacional e o leilão de licenças das freqüências 3G.É importante que o leilão ocorra ainda este ano e com preços e prazos de implantação das redes que não inibam os investidores, afirma o executivo.
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