A QAD deve atingir a cifra global de US$ 300 milhões neste ano, sendo o Brasil responsável pela fatia de US$ 10 milhões a US$ 12 milhões, em torno de 50% acima dos US$ 8 milhões faturados no ano passado. “Em 2001, a subsidiária pretende chegar a US$ 16 milhões”, prevê o diretor presidente, Edward Rodriguez.
A companhia conta atualmente com 115 clientes no Brasil. “Queremos ampliar esse número de 30% a 40% até o final deste ano”, diz o diretor de marketing da QAD, Mário Machado. “A nossa estratégia está sendo ampliar o enfoque em corporações com faturamento anual entre US$ 50 milhões e US$ 500 milhões”.
A primeira usuária mundial da nova versão do MFG/PRO é a subsidiária brasileira da Johnson Controls, empresa especializada em artigos para a indústria automobilística, fornecedora de montadoras como a Volkswagen, GM e Ford.
No Brasil, a companhia tem cerca de 70 clientes comoa Coca-Cola, Cargill, Monsanto e Quaker. “O produto tem custo competitivo e pode ser implementado em até cinco meses, sendo que outras soluções podem levar de um a dois anos para funcionar”, diz o diretor comercial da SPPR, parceira da QAD para implementação, Paulo Tria.
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