Com as transformações nas redes de comunicações e também os avanços da própria telefonia, os atributos dos profissionais de TI assemelham-se, cada vez mais, com os da área de telecom. E é exigido deste especialista uma maior qualificação, uma vez que ele terá de trabalhar com tecnologias mais sofisticadas.
“Ainda que hoje, na maioria das companhias, a área de telecom fica embaixo do CIO – no departamento de TI -, ela ganhando representatividade e tornando-se mais essencial para o negócio”, destacou Luiz Carlos Pellegrini, diretor do segmento de indústrias de telecomunicações da BearingPoint.
Marcos Cerimarco, coordenador de telecom da Cosan, concorda. Na usineira, que é hoje uma das maiores produtoras de açúcar e álcool do mundo, o departamento de TI tem sete pessoas, sendo que quatro dedicam-se à telco. O coordenador conta que, ao longo dos anos e com as modificações em sua rede de telefonia – passando por diversos estágios, entre eles, comunicação via satélite e frame relay via rádio -, as áreas foram convergindo.
Sobre a formação deste profissional, Pellegrini destaca o curso de Engenharia de Telecomunicações, mas diz que não há regras. Cerimarco iniciou sua trajetória como analista de suporte e fez um MBA em telecom.
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