Em sua montagem, o planejamento estratégico em segurança da informação deve ter orientações básicas que devem proteger a estratégia a ser adotada. Entre elas, consideramos:
Estar alinhada com a legislação e políticas da organização
Todas as ações voltadas para a segurança da informação devem respeitar a legislação vigente do país e não devem ir de encontro às políticas organizacionais.
Considerar as iniciativas de negócio
A realização dos negócios da organização é a ação mais importante. Afinal, delas depende a sobrevivência da empresa. E a segurança deve garantir que o uso da informação nas diversas iniciativas de negócio esteja acontecendo de forma adequada, assim como uma proteção extremada pode acabar inviabilizando a realização de negócios.
Definir a estrutura da área de segurança
Utilizar recursos humanos próprios ou de outras áreas para os projetos? Como a área de SI fica na estrutura organizacional? Essas e outras definições a respeito da área de segurança precisam ser pré-definidos.
Definir a forma de atuação
Juntamente com a definição de sua estruturação é necessário montar a forma e o escopo de atuação da área de segurança da informação. Normalmente, fica claro que o ambiente computacional deve ser contemplado. Porém, existem assuntos que ficam em uma área nebulosa e que variam entre as organizações. Por exemplo: a proteção física, o ambiente convencional, a proteção de pessoas.
Seguindo essas orientações básicas, uma boa estratégia deve ser dividida em três elementos:
Arquitetura
O processo de segurança da informação deve seguir uma arquitetura. E é importante que seja algo possível de ser implementado. Afinal, ela possibilita a visão completa da abordagem da proteção. No meu livro ?Vivendo a Segurança da Informação? sugiro a arquitetura.
Compromisso
O comprometimento do usuário é um pilar para que a segurança da informação seja efetiva para a organização.
Ações de proteção
Aqui se enquadram todos os procedimentos, técnicos ou não, que farão movimentar a proteção da informação. Muitas vezes, porém, queremos considerar apenas esse elemento.
Esse exemplo prático de planejamento estratégico não é uma regra fechada. Utilize e faça as adaptações necessárias para a realidade da sua organização e não deixe de planejar estrategicamente a segurança da informação!
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