Entretanto, na opinião dos pesquisadores da IBM, ambas as iniciatiavas perdem o foco. A de software entra no jogo de gato e rato para ficar à frente dos spammers, enquanto a legislação, se e quando for aprovada, não terá efeito sobre spammers provenientes de outros países que não os Estados Unidos. Sendo assim, os funcionários da Big Blue têm uma nova proposta: fazer com que os spammers paguem pelas mensagens enviadas.
Como explica Scott Fahlman, membro da Watson Research Center, o “selo de caridade”, como foi batizada a iniciativa, parece absurdamente simples e deve forçar qualquer um que envia uma mensagem não solicitada a pagar uma taxa aos usuários que a recebem, a não ser que tenha um código de autenticação.
O executivo desenvolveu um algoritmo que pode ser usado em softwares que seria aplicado entre os desktop do usuário e o servidor de e-mail ou de internet. Assim, se torna possível determinar se a mensagem é proveniente de endereços aprovados ou não. Fahlman acredita que toda a indústria depende do spam ser gratuito para o remetente. Se as regras sociais acerca dos e-mails fossem alteradas, o problema com spam seria resolvido, conclui.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…