Empreendedores de tecnologia da América Latina estão prevendo um futuro promissor para os “unicórnios”, porque as startups de tecnologia estão ganhando relevância no ecossistema regional. Isso não é uma questão apenas de valor de mercado e de atingir a marca de $ 1 bilhão de dólares, mas também de ajudar a resolver os “problemas significativos da região e criar empregos”, diz Enrique Ortegon, diretor Operacional da Salesforce.com, dos EUA.
“Ultrapassamos o ponto crucial na América Latina. Vamos ver muitos outros unicórnios. Acredito que isso deve impulsionar o crescimento sustentável ao longo das próximas décadas”, diz Hernan Kazah, sócio-diretor da Kaszek Ventures, Argentina. “Ainda não temos muitos participantes, mas teremos muito mais comparado com 15 anos atrás. Em 20 anos, teremos muito mais [startups]”.
A experimentação é frequentemente a chave para o sucesso, e as startups devem ter o direito de falhar antes de prosperar. “Ser um unicórnio é ser um símbolo de sucesso, mas queremos ter empresas duradouras e sustentáveis para melhorar a vida das pessoas”, diz Amiram Appelbaum, principal cientista e presidente da Israel Innovation Authority, Israel. “Queremos resolver os problemas do ser humano. Isso começa como um empreendimento local e somente depois dessa etapa é possível ampliar a experiência e atingir uma escala global.É importante aceitar o fracasso. É uma história de fracassos e conquistas”, diz Appelbaum.
O governo desempenha um papel muito importante, apoiando o meio acadêmico e reduzindo a burocracia, além de injetar capital quando as forças de mercado falham. “O desafio de conectar cientistas e empresários é mais importante que incentivar startups”, diz Andy Freire, legislador, Buenos Aires, Argentina. A Argentina recentemente introduziu legislações para criar incentivos empresariais. “Trabalhamos para melhorar a vida dos empresários. Antigamente, levávamos 100 dias para abrir uma empresa. Hoje, é possível abrir uma empresa em um único dia. Tudo está na nuvem”, diz Freire. “Fornecemos as ferramentas para precisam para serem empreendedores”. Mesmo assim, tem muito mais a fazer.
Marco Crespo, chefe para a América Latina da Gympass, observou que, embora seja fácil fazer negócios na Argentina, ainda existem restrições em termos de mão de obra e para o deslocamento internacional de funcionários.”Algumas medidas positivas foram implementadas para acelerar o empreendedorismo”, diz Kazah.
“O ecossistema está muito mais desenvolvido. Estamos no caminho certo para o desenvolvimento de talentos”. Kazah constatou que, embora a região ainda esteja atrasada em termos de tecnologia, a situação é promissora na região. “Teremos mais unicórnios rompendo barreiras”, concluiu.
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