O e-commerce brasileiro experimentou um crescimento de 52% durante 2020, com faturamento de R$ 94 bilhões. Os dados são de uma pesquisa realizada pela BIP, uma consultoria global especializada em comércio online e físico. A avaliação foi feita com base nos números de alguns dos maiores players nacionais: Magalu, B2W (Americanas, Submarino e Shoptime) e Via Varejo (Casas Bahia e Pontofrio).
Segundo o levantamento, as três gigantes do e-commerce tiveram crescimento de 79% no primeiro ano da pandemia. Juntas, detinham em 2019 quase 62% do mercado. Em 2020 abocanharam 72,8% do marketshare no país.
Leia mais: Locaweb compra fintech e plataforma de e-commerce por R$ 52 milhões
Para Wagner Pereira, líder de varejo da BIP, a pandemia acelerou o e-commerce no Brasil e no mundo e alavancou as empresas que estavam mais bem preparadas para atender o aumento da demanda.
O estudo da BIP não considera as vendas do Mercado Livre, outro grande e relevante marketplace brasileiro. Para os especialistas, o modelo de venda da empresa é o C2C (de empresas para empresas), enquanto o estudo se limita a analisar as vendas de empresas para consumidores finais (B2C).
A OpenAI divulgou na última quarta-feira um relatório revelando que propagandistas ligados à China utilizaram…
A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…
A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…
A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…
O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…
O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…