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Otimização é meta do Quinto Andar para 2020

O Quinto Andar, que utiliza tecnologia para facilitar o processo de busca, visita e contratação de apartamentos, é uma das empresas que pode dizer que teve um 2019 muito bem-sucedido: com os US$ 250 milhões investidos pelo SoftBank, a empresa saltou de 350 para 1,1 mil funcionários e inaugurou novos serviços dentro do seu negócio principal. 

Dentro das quatro paredes de seu escritório recém-mudado, a companhia quer utilizar os próximos 11 meses para sofisticar sua estrutura interna, aprofundar o trabalho nas cidades em que já existe e investir nos produtos recém-criados.  

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O que é Inteligência Artificial? 

Conheça as 10 habilidades tecnológicas mais procuradas pelas empresas 

André Penha, cofundador do Quinto Andar, explicou em entrevista ao Estadão que o objetivo da empresa é diminuir o ritmo de contratação e investir na automatização dos serviços para ganhar eficiência e escalabilidade. O uso de inteligência artificial, com foco no desenvolvimento de modelos de machine learning, está entre as competências que mais serão desenvolvidas dentro da firma. 

Outra decisão tomada pela empresa está em não entrar em novas cidades neste ano: o foco estará no aumento de parcerias com imobiliárias. Atualmente o Quinto Andar já conta com contratos com empresas físicas, que fazem a captação e atendimento dos clientes, enquanto a startup realiza a administração do aluguel. 

Nos últimos meses, a empresa vem apresentando ao mercado novos serviços, como o que realiza a reforma de determinados apartamentos, para aumentar seu potencial de aluguel, e a intermediação da compra e venda de imóveis residenciais.

Segundo Penha, a empresa irá apostar no oferecimento de serviços complementares. “Não queremos empurrar nada para ninguém, mas a ideia é reduzir o sofrimento de se fazer uma mudança de casa.” 

Atualmente, o Quinto andar conta com 5 mil contratos de aluguéis assinados por mês e contabiliza R$ 28,9 bilhões em imóveis administrados por sua plataforma. Além da nova sede, na Vila Madalena, a startup abriu um centro de tecnologia na cidade de Campinas, que emprega 35 pessoas. 

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